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Guia Lopes fez seu primeiro simpósio

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Nos dias 26, 27, 28 e 29 de novembro, a Escola Estadual Guia Lopes realizou o seu primeiro simpósio, em Humanidades e Ciências Sociais, com o tema Pós-Modernismo e Suas Transformações. Esse simpósio foi para os alunos do Ensino Médio, mas os alunos do 9oano também foram assistir. Também teve momentos em que 7o. e 8o. ano assistiram. Um simpósio é um evento em que as pessoas se reúnem para apresentar trabalhos e discutir temas dentro de um assunto em comum. Este, foi organizado pelos professores Reygson Max Parreiras e Fernanda Torres.

O professor Reygson Max disse que o propósito do evento foi "fomentar o interesse dos alunos pelas Humanidades e Ciências Sociais, além de desenvolver habilidades como a argumentação, o pensamento crítico e a oratória".

O primeiro dia começou com um agradecimento e informes de como seriam as palestras e apresentações. Racismo, estereótipos, estigmas, e estatísticas foram os assuntos desse primeiro dia. O professor Reygson Max, que, além de organizador, também foi palestrante, falou sobre a cultura do cancelamento, um fenômeno social que se manifesta principalmente nas redes sociais. Depois de um momento de discussão, foi a vez da apresentação do trabalho do aluno Pedro Gabriel Augusto Gonçalves de Araújo, sobre racismo estrutural. No final do dia, foi oferecido aos participantes um coffee break, com coxinha, empada, leite, bolo, uva, bolinho de queijo, café, sucos e outras gulousemas. Nos dias que vieram depois, os alunos assistiram a muitas palestras sobre assuntos contemporâneos.


A professora Raquel Araújo Teixeira, que fez a palestra A literatura como espelho da sociedade: reflexões e implicações, disse que sua fala foi uma "contextualização entre literatura, artes e momento histórico vivido pela sociedade" e que "reafirmou o trabalho desenvolvido ao longo do ano letivo".  Já a professora Renata Mena Barreto, que fez a palestra A influência das redes sociais na imagem corporal e atividade física, entende que o simpósio foi de grande importância, "com temas bem pertinentes e, na maior parte, de grande interesse aos alunos em geral".

"A organização do evento envolveu um planejamento coletivo entre professores e alunos, com a definição de temas e formatos para as apresentações. Optamos por uma estrutura simples e direta, composta por palestras curtas e momentos dedicados a perguntas e discussões, buscando garantir a participação ativa de todos os envolvidos.", disse o professor Reygson Max. "No entanto, foi lamentável que muitos alunos e professores não puderam participar com os temas que haviam proposto, o que demonstrou a necessidade de rever a estrutura ou ampliar as possibilidades de contribuição em futuras edições." Apesar disso, o saldo final, no geral, foi positivo; o professor avalia que o simpósio foi "uma experiência desafiadora, mas extremamente gratificante."


A professora Renata Barreto falou sobre redes
sociais e culturas do corpo





Os professores Ariston Mike e Cristiane Rosenbaum
falaram sobre o pós-pandemia




O professor Everaldo José e a aluna Luana Marques
falaram sobre a Lei Maria da Penha




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